GRANDES MENTIRAS DE 2011
Agosto e Setembro. – Começa a guerra econômica na Europa do Euro. A Grécia é escolhida como pivot. Tudo que é ruim em economia existe na Grécia. O Euro, antes uma moeda forte, agora titubeia e se desvaloriza acompanhando o dólar. A guerra econômica agora atinge os Estados Unidos. O governo Obama se enfraquece, ou seja, sua capacidade de gerar crises econômicas foi bem sucedida, mas ele mesmo se esgota. O movimento “grass roots” do Tea Party cresce nos EUA. Tudo mentira. O Tea Party é um movimento sionista de regeneração do ar beligerante. Seu fermento principal está na FOX. Aumenta-se de propósito a guerra econômica e a crise fica clara. Os republicanos agora dirigem o show. O Congresso da AIPAC, movimento econômico-político judeu dentro dos Estados Unidos, finge que está brigado com Obama e faz falsas ameaças. Tudo mentirinha. Este mesmo Obama, como um ator de teatro de comédia, “enfurece” os sionistas de Israel, reprovando as colonizações novas, ao mesmo tempo que contemporiza com os sionistas americanos. Nada mais falso do que essa aparente contradição. Não há contradição alguma. Todos desempenham bem seu papel. No final do mês a crise atinge os brasileiros e todos os países lacaios sempre prontos para arruinar a vida de seus próprios cidadãos. A gerentona Dilma segue o script fielmente como antes tinha feito o PhD Lula. Mas antes Ahmadinejad vai a ONU e denuncia o falso holocausto judeu nazista. É apedrejado. Mas ninguém explica seis milhões de mortos, o número mágico existente desde o século XIX. A propaganda bolchevique-judia recriou este número fantástico e o aplicou à loucura nazista. O ogro da época era Hitler, não Stalin. A “verdade” que os ingênuos acreditam até hoje foi inventada por comunistas judeus. Mas, não será o ogro do Ahmadinejad que estará dizendo a verdade. A única verdade é a verdade sionista.
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